CHEGUE NA PAZ

6 de nov. de 2010

Poesia: Equilíbrio

Cobramo-nos tão rigorosamente quanto ao entregar-se aos erros
Como se o passado fosse uma lição de fácil percepção
Páginas vividas a serem esquecidas como filme velho branco e preto
Ausente de cores comoventes do provocar da sincera emoção

Exerça a humildade em assumir seu lado fraco humano
Não deixando passar despercebido o temor de novamente erros cometer
Errar é o ato verdadeiro do tentar acertar em enganos
Mas não se deve estender isso na vida como razão de sofrer

Justo as falsas esperanças as quais vendemos
Nos custam caro nessa balança
Mesmo que os motivos sejam sensatos e não puramente emocionais
Talvez constantes e sem emendas como dourada aliança
Não roube jamais o direito do outro ser feliz por todos serem iguais

Temos que nesta flamejante bandeira de fé nos apoiar
Esta é o peso de medida certa para o equilíbrio subsistir
Crer em algo que não sabemos se realmente ali está
Mas O qual só existe e muda nossa vida no acreditar de Seu existir

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior